quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Remember My Name... FAME!!!

Nesta sexta-feira dia 6 de novembro, estreia nos cinemas brasileiros a refilmagem do musical FAMA. O filme original é de 1980 e se tornou um clássico da década com suas memoráveis performances de dança e canto, juntamente com sua trilha sonora que inclui os sucessos Fame (veja aqui a famosa cena desta música no filme), Out Here On My Own e Is it okay if I call you mine?

Infelizmente eu não assisti este filme no cinema, mas mesmo na telinha da TV é ótimo. Tenho ainda a trilha sonora original em vinil, além do CD que comprei assim que foi lançado.

Este remake foi lançado em setembro deste ano nos EUA e já li críticas positivas e negativas sobre ele. A história é a mesma, apenas passada nos dias atuais. Do elenco original, apenas está presente neste filme Debbie Allen. Em 80, ela era a decidida professora de dança e agora ela faz o papel de diretora da Escola de Artes de Nova York.

O filme de 1980 lançou Irene Cara que atua e canta o tema do filme. A seguir ela emplacaria outro hit como cantora, o tema de Flashdance.

Em 1982, o filme se transformou em série de televisão com a maioria do elenco original do filme e durou umas duas ou três temporadas, pelo que pude apurar. Eu também adorava assistir a série que passava na antiga Rede Manchete!!!!

Sinopse: Oito adolescentes de diversas origens sociais buscam uma vaga na Escola de Artes de Nova York. No decorrer do curso se deparam com seus sonhos e suas frustrações, mas acima de tudo o que almejam é serem amados e reconhecidos artisticamente.

título original: Fame
gênero: Musical
duração: 2h 14 min
ano de lançamento: 1980
estúdio e distribuidora: Metro-Goldwyn-Mayer
direção: Alan Parker
elenco:
Irene Cara (Coco Hernandez)
Lee Curreri (Bruno Martelli)
Laura Dean (Liza Monroe)
Antonia Franceschi (Hilary van Doren)
Boyd Gaines (Michael)
Albert Hague (Shorofsky)
Tresa Hughes (Sra. Finsecker)
Steve Inwood (François Lafete)
Paul McCrane (Montgomery MacNeil)
Anne Meara (Sra. Sherwood)
Joanna Merlin (Srta. Berg)
Barry Miller (Raul / Ralph Garcia)
Jim Moody (Farrell)
Gene Anthony Ray (Leroy Johnson)
Maureen Teefy (Doris Finsecker)

Prêmios e indicações
Oscar 1981 (EUA)
Venceu nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original (Fame).
Foi indicado em outras quatro categorias: Melhor Roteiro Original, Melhor Edição, Melhor Som e Melhor Canção Original (Out Here On My Own).

Globo de Ouro 1981 (EUA)
Venceu na categoria de Melhor Canção Original (Fame).
Foi indicado em outras três categorias: Melhor Filme - Comédia / Musical, Melhor Atriz -Comédia / Musical (Irene Cara) e Melhor Trilha Sonora.

BAFTA 1981 (Reino Unido)
Venceu na categoria de Melhor Som.
Foi indicado também nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.

Prêmio César 1981 (Itália)
Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Para maiores informações sobre o filme FAMA (2009) visite o site oficial (em inglês).

terça-feira, 27 de outubro de 2009

CINEMA DO BEM?

SILKWOOD (1983)

Meryl Streep faz o papel de Karen Silkwood, funcionária de uma usina nuclear decidida a denunciar as péssimas condições de trabalho proporcionadas pela empresa onde trabalhava.

Quais as boas intenções? Propagar a ideia da falta de segurança das empresas que lidavam com energia nuclear nos Estados Unidos.

Vai para o inferno ou não vai? A energia nuclear e os seus efeitos nocivos ainda estavam na moda no início dos anos 80, mas muita coisa já havia sido feita desde que Karen foi assassinada em 1974.

NA MONTANHA DOS GORILAS (1988)

Este filme traz Sigourney Weaver no papel de Diane Fossey, cientista americana que foi para a África a fim de estudar as causas do desaparecimento dos gorilas, decidiu ficar lá e abraçou a causa.

Quais as boas intenções? Chamar a atenção para a caça predatória dos gorilas, cuja cabeça e patas eram consideradas sagradas pelos habitantes locais.

Vai para o inferno ou não vai? A personagem escrevia em revistas de alto perfil, como a National Geographic. Portanto, sua luta era conhecida e seu trabalho foi levado adiante pelos seus discípulos.

GRITO DE LIBERDADE (1987)

Denzel Washington faz o papel de Steve Biko, ativista anti-apartheid perseguido pelo governo sul-africano. Kevin Kline faz o jornalista conservador que acompanha a tragédia da vida dele, toma seu partido e é obrigado a fugir do país.

Quais as boas intenções? Denunciar os desmandos do apartheid na África do Sul pelo governo segregacionista.

Vai para o inferno ou não vai? Richard Attenborough acerta no formato e na mensagem, mas àquela altura a transição já estava sendo negociada.

AMOR SEM FRONTEIRAS (2003)

Angelina Jolie faz o papel de uma americana que abandona a boa-vida na Inglaterra para ir atrás de um médico britânico envolvido com causas humanitárias ao redor do mundo.

Quais as boas intenções? Mostrar que ainda há gente de bom coração neste mundo corroído pelo capitalismo selvagem e por filmes hollywoodianos.

Vai para o inferno ou não vai? Direto, sem escalas e com passagem só de ida. Além de denunciar sem profundidade, o longa é horroroso.

O JARDINEIRO FIEL (2005)

Ralph Fiennes e Rachel Weisz formam uma dupla e tanto: ele é um diplomata britânico destacado para um país da África e ela uma jovem e entusiasmada ativista de direitos humanos.

Quais as boas intenções? Denunciar a indústria farmacêutica multinacional, que usa a população de países africanos pobres como cobaias para drogas em fase de teste.

Vai para o inferno ou não vai? De jeito nenhum. Fernando Meirelles faz um filme de espionagem e ainda levanta a questão humanitária sem pieguice ou arrogância. Pena que nem sempre essas denúncias tenham efeito fora de Beverly Hills.


Dos filmes acima, só não assisti "Amor sem Fronteiras" do qual não tenho boas recomendações.
Os outros são filmes ótimos com histórias e elencos de primeira. E o problema abordado em cada um deles merece uma reflexão, até mesmo para que alguns deles não se repitam no futuro.

Você lembra de mais algum filme "do bem"?

Fonte: revista SET

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

MAMMA MIA! O FILME

Revendo o filme MAMMA MIA! em sua estreia na TV paga este mês, fui procurar mais informações sobre o musical pois sou fã do ABBA como já havia declarado aqui
O filme veio de um musical teatral de mesmo nome e não é uma obra-prima, porém eu acho a história bem encantadora apesar de muito simples e bobinha até! O encadeamento das músicas contando a história é muito interessante e bem feito utilizando muito bem as letras de cada uma, escritas sem essa intenção como acontece em outros musicais. Somente foram usadas canções originalmente escritas e gravadas pelo ABBA. Não há nenhuma performance memorável mas na minha opinião os personagens funcionam bem com seus respectivos atores/atrizes. Além de um cenário maravilhoso: as Ilhas Gregas!!!

Sinopse: Uma mãe solteira e independente, dona de um pequeno hotel em uma paradisíaca ilha grega, Donna (Meryl Streep) está para casar Sophie (Amanda Seyfried), sua impetuosa filha, que ela criou sozinha. Para o casamento de Sophie, Donna convidou as suas duas melhores amigas de toda a vida - a prática e sensata Rosie (Julie Walters) e a rica e várias vezes divorciada Tanya (Christine Baranski) - que formavam sua antiga banda de acompanhamento musical, "Donna and the Dynamos". Porém, Sophie convidou secretamente três convidados só seus. Na busca para descobrir a identidade de seu pai para conduzi-la ao altar, ela traz de volta três homens do passado de Donna para o paraíso no Mediterrâneo, o qual eles visitaram há 20 anos. No prazo de 24 horas caóticas e mágicas, novo amor irá nascer e antigos romances serão reacendidos nesta ilha exuberante e cheia de possibilidades.


Veja abaixo como foi o caminho de MAMMA MIA! dos palcos para as telas:

1974 - O Concurso de Canções da Eurovision de abril acompanha o sucesso do ABBA depois de sua vitória com "Waterloo". A canção chega ao 1º lugar em oito países.
1975 - No mês de setembro "Mamma Mia" se torna o segundo de nove dos mais bem colocados compactos simples no Reino Unido.
1983 - Judy Craymer, produtora de MAMMA MIA! conhece Benny Andersson e Björn Ulvaeus durante seu trabalho em Chess.
1995 - Björn dá sua autorização para que Judy prossiga com o musical, caso encontre o roteirista certo.
1997 - Catherine Johnson foi contratada para escrever o roteiro do show.
1997 - Phyllida Lloyd entra a bordo como diretora.
1997 - Novembro. Reunião marcante em Estocolmo entre Benny, Björn, Judy, Catherine e Phyllida.
1999 - 23 de março marcou a primeira apresentação de MAMMA MIA! para um público pagante, realizada no Prince Edward Theatre no West End de Londres.
2000 - O show se torna internacional quando estreia em Toronto, em maio.
2001 - Depois de uma turnê nos EUA, MAMMA MIA! chega à Broadway e logo se estabelelce como um dos mais disputados ingressos da cidade.
2007 - O número de pessoas que assistiram ao show ultrapassa a marca dos 30 milhões.
2007 - Janeiro. Meryl Streep é confirmada no papel de Donna no filme MAMMA MIA!
2007 - Março. Pierce Brosnan é confirmado no papel de Sam no filme MAMMA MIA!
2007 - 25 de junho. O filme começa a ser rodado no palco sonoro do filme 007 nos Pinewood Studios, Inglaterra.
2007 - 29 de agosto. A produção passa a filmar em locações nas Ilhas Gregas.
2007 - 2 de outubro. As filmagens são concluídas.
2007 - Dezembro. Os fãs de Mamma Mia e do ABBA podem ver cenas do filme com a divulgação do primeiro trailer.

2008 - 1º de julho. Estreia Mundial do filme em Londres, Inglaterra.
2008 - Julho-Setembro. MAMMA MIA! O FILME ESTREIA NO MUNDO.

Ficha Técnica
Título Original: Mamma Mia!
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Alemanha / Inglaterra): 2008
Site Oficial: www.mammamiamovie.com
Distribuição: Universal Pictures / UIP
Direção: Phyllida Lloyd
Roteiro: Catherine Johnson
Produção: Judy Craymer e Gary Goetzman
Música: Stig Anderson, Björn Ulvaeus e Benny Andersson

Elenco
Amanda Seyfried (Sophie)
Meryl Streep (Donna)
Stellan Skarsgard (Bill Anderson)
Pierce Brosnan (Sam Carmichael)
Colin Firth (Harry Bright)
Julie Walters (Rosie)
Christine Baranski (Tanya)
Dominic Cooper (Sky)

Trilha Sonora na ordem em que aparece no filme
“I Have A Dream”
Interpretada por Amanda Seyfried

“Honey, Honey”
Interpretada por Amanda Seyfried

“Money, Money, Money”
Interpretada por Meryl Streep

“Mamma Mia”
Interpretada por Meryl Streep

“Chiquitita”
Interpretada por Julie Walters e Christine Baranski

“Super Trouper”
Interpretada por Meryl Streep, Julie Walters e Christine Baranski

“Dancing Queen”
Interpretada por Julie Walters, Christine Baranski, e Meryl Streep

“Our Last Summer”
Interpretada por Amanda Seyfried Pierce Brosnan, Stellan Skarsgård e Colin Firth

“Lay All Your Love On Me”
Interpretada por Amanda Seyfried e Dominic Cooper

“Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)”
Interpretada pelo elenco

“Voulez-Vous”
Interpretada pelo elenco

“SOS”
Interpretada por Meryl Streep e Pierce Brosnan

“Does Your Mother Know”
Interpretada por Christine Baranski e Philip Michael

“Slipping Through My Fingers”
Interpretada por Amanda Seyfried e Meryl Streep

“The Winner Takes It All”
Interpretada por Meryl Streep

“I Do, I Do, I Do, I Do, I Do”
Interpretada pelo elenco

“When All Is Said And Done”
Interpretada pelo elenco

“Take A Chance On Me”
Interpretada por Julie Walters e Stellan Skarsgård

“Mamma Mia (Reprise)”
Interpretada pelo elenco

“I Have A Dream (Reprise)”
Interpretada por Amanda Seyfried

“The Name Of The Game”
Interpretada por Amanda Seyfried e Stellan Skarsgård (não incluída no filme mas presente no DVD em um clipe)

Curiosidades
- A peça teatral a qual Mamma Mia! foi baseado estreou em 6 de abril de 1999, em Londres.

- Estréie de Phyllida Lloyd como diretora de cinema.

- Mandy Moore, Amanda Bynes, Rachel McAdams e Emmy Rossum estiveram cotadas para a personagem Sophie.

- Bill Nighy chegou a ser anunciado no elenco, mas posteriormente desligou-se do filme.

- Benny Andersson, um dos integrantes do ABBA, aparece em uma pequena ponta, tocando piano na sequência musical "Dancing Queen".

- Björn Ulvaeus, um dos integrantes do ABBA, aparece vestido como um deus grego nos créditos finais.

- Foi o 1º filme a rodar cenas no novo espaço 007 na Pinewood Studios. O local fora atingido por um incêndio após as filmagens de 007 - Cassino Royale (2006), sendo usado para a realização de cenas musicais que não puderam ser rodadas sob o sol da Grécia.

- Ainda na pré-produção foi cogitada a possibilidade de que Mamma Mia! tivesse uma música inédita, para que pudesse concorrer ao Oscar. Entretanto Benny Andersson e Björn Ulvaeus foram contrários à ideia. Como todas as canções não são originais o filme não pode concorrer em qualquer categoria musical do Oscar.

- Teve a maior abertura de um musical na história, arrecadando US$ 27,6 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

- O orçamento de Mamma Mia! foi de US$ 52 milhões.

- 2 indicações ao Globo de Ouro: Melhor Filme Musical ou Comédia e Melhor Atriz (Meryl Streep) - musical ou comédia

Fontes:
Mamma Mia! The Movie (site oficial do filme em inglês)
Adoro Cinema
Interfilmes

segunda-feira, 13 de julho de 2009

I LOVE ROCK'N'ROLL

O Dia Mundial do Rock surgiu em 1985, quando o mundo parou para assistir ao festival Live Aid, que no dia 13 de julho, foi realizado simultaneamente na Inglaterra (no estádio de Wembley, em Londres) e nos Estados Unidos (no estádio JFK, na Filadélfia). A idéia do organizador, o líder do Boomtown Rats, Bob Geldof, era arrecadar fundos para as vítimas da fome na Etiópia e o resultado foram dezesseis horas de música e nada menos que cem milhões de dólares direcionados para a África. O Live Aid, na verdade, foi uma idéia que foi amadurecendo desde outubro de 84, quando um documentário exibido pela TV BBC sensibilizou o Reino Unido a respeito da situação na África. Bob Geldof juntou quarenta dos artistas mais conhecidos da Inglaterra e da Irlanda, batizou como Band Aid, e, no dia 24 de novembro de 1984, gravou a música “Do They Know It's Christmas? / Feed The World”. Com as vendas desse single, Geldof achava que poderia arrecadar algo próximo de 110 mil dólares. Ao invés disso, a música da Band Aid vendeu mais de três milhões de cópias só no Reino Unido e, com isso, rendeu uma quantia assombrosa para caridade. Logo depois, foi a vez dos Estados Unidos fazerem a mesma coisa, com a música “We Are The World”, gravada por um elenco estelar chamado USA For Africa, que também juntou uma boa soma para assistência aos necessitados. Assim, Inglaterra e Estados Unidos se juntaram na realização do festival Live Aid. Por isso é que, desde 1985, o Dia Mundial do Rock é comemorado em todo dia 13 de julho.
Bob Geldof, idealizador do evento
Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra
O show começou às 9:02, na Inglaterra, e terminou às 01h55, nos Estados Unidos (horário de Brasília). Os dois shows simultâneos traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madonna, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países.

U2

Peter Towshend - The Who

No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.

Palco do Estádio JKF, na Filadélfia, EUA
Robert Plant & Jimmy Page

No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantaram "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals.

Tina Turner & Mick Jagger

Paul McCartney & Elton John

Eu lembro bem deste super show que acompanhei pela televisão e cheguei até a gravar em VHS, que tenho até hoje mas nem sei se ainda consigo assistir! Neste dia histórico, o rock conseguiu tocar os corações das pessoas ao redor do mundo e marcar o início de grandes shows feitos para ajudar o planeta. Se quiser saber mais sobre o Live Aid, visite o site "não oficial" do evento.

O canal Multishow comemora o Dia Mundial do Rock com 24h de programação em homenagem ao gênero.

Visite também o site especial da Abril em comemoração ao Dia Mundial do Rock.

Você tem rock nas veias? Responda este quiz e descubra se você conhece mesmo a história do rock'n'roll

Fonte: internet

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Com Você, Pela Vida


Como um dos temas deste blog é a música, nada melhor do que falar do show beneficente que assisti no último domingo, 28 de junho. Este espetáculo foi idealizado pelo ator e diretor de novelas Fred Mayrink, que reuniu clássicos do repertório de Frank Sinatra e teve a participação de Juliana Paes, Marina Elali, Marjorie Estiano, Rodrigo Lombardi, Alessandra Maestrini, Taryn Szpilman e da Rio Jazz Orchestra, regida por Marcos Szpilman, com direção de Jorge Fernando. Toda a arrecadação da noite foi revertida para a Fundação do Câncer.

Nas palavras de Mayrink, “A música é o canal encontrado para unir as pessoas em torno dessa causa que é tão relevante nos dias de hoje”. Ele cantou com Juliana Paes "New York New York" e com Marjorie Estiano "They Can´t Take That Away From Me". Outros sucessos de público como "Fly Me To The Moon", "Strangers In The Night" e "I`ve Got You Under My Skin" também foram relembrados. Tanto artistas como técnicos e produtores participaram voluntariamente da causa.

Fred Mayrink e Juliana Paes

“As pessoas precisam conhecer o trabalho desenvolvido pela Fundação do Câncer: o apoio a pesquisas científicas, a ampliação da Rede Nacional de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário, e o BrasilCord, que aumentará o número de doadores disponíveis de medula óssea”, ressalta Fred Mayrink, que vê no show uma forma de divulgação, mas lembra que a continuidade dessas atividades “depende da colaboração de cada um de nós”.

Fred Mayrink entre Jorge Fernando e Marjorie Estiano

Em minha opinião, o show apresentou belas interpretações dos sucessos de Sinatra. E tive uma grata surpresa ao conferir a linda voz de Fred Mayrink, que fez ótimos duetos com as suas convidadas. A participação especial de Rodrigo Lombardi foi marcada pela sua engraçada entrada no palco realizando "a dancinha" indiana em meio ao corpo de baile de "Caminho das Índias", ao som da música da novela. Ele falou ao público presente sobre a história e projetos da Fundação do Câncer (além de provocar suspiros nas mulheres presentes com sua beleza e simpatia). Ao final do show, artistas e nós da platéia cantamos juntos uma música em homenagem a Michael Jackson. A noite foi realmente especial para quem esteve presente no Vivo Rio e para os pacientes do Instituto Nacional de Câncer – INCA que serão beneficiados com os projetos da Fundação.

Falo com orgulho desta noite pois sou funcionária do INCA e conheço de perto o trabalho dedicado e competente realizado pelas equipes multiprofissionais a fim de proporcionar o melhor atendimento possível aos pacientes do Instituto. E o apoio da Fundação do Câncer é muito importante para a continuidade deste atendimento de ótima qualidade. Se você quiser ajudar, saiba mais aqui.

Sobre a Fundação do Câncer
Criada em 1991, para apoiar e dar suporte ao INCA, a Fundação do Câncer é uma entidade filantrópica de direito privado, que presta assistência social e é dotada de autonomia patrimonial, administrativa e financeira. Como uma entidade sem fins lucrativos, a sua atuação consiste no aporte de recursos para prevenção e controle da doença no país. Para isso, trabalha na captação de recursos financeiros junto a pessoas físicas e jurídicas por meio de doações, convênios e contratos de patrocínio. Além disso, é gestora de diversos projetos de atenção ao câncer e presta serviços nas áreas de pesquisa, ensino e desenvolvimento institucional, científico e tecnológico.

Juliana Paes e Marjorie Estiano

Momentos finais do show

Alessandra Maestrini, Juliana Paes, Fred Mayrink, Taryn Szpilman, Marjorie Estiano e Marina Elali

Rodrigo Lombardi mostrando o que aprendeu de dança indiana

Rodrigo Lombardi agradece ao público no melhor estilo indiano

Juliana Paes e Rodrigo Lombardi no palco, ao final do show

A animção do diretor do espetáculo, Jorge Fernando, nos bastidores

Rodrigo Lombardi nos camarins

Para você ter uma idéia do que foi o show, assista o último ensaio gravado pelo Video Show e que foi ao ar no programa do dia 24 de junho.


Se não conseguir assistir o video, clique aqui.

Fonte: divulgação Fundação do Câncer e fotos de Isac Luz para o site EGO.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Tim Burton no País das Maravilhas

Pelas fotos oficiais divulgadas, esta Alice no País das Maravilhas será mais um filme com o conceito de arte todo especial de Tim Burton: Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco, Helena Bonham Carter e Anne Hathaway como as Rainhas Vermelha e Branca. Ainda podemos dar uma olhada no Coelho Branco, em Tweedledum e Tweedledee e na própria Alice.

Segundo a lista de personagens, esta não será uma adaptação fiel do livro de mesmo nome pois apesar do Chapeleiro e do Coelho estarem na história original de Lewis Carrol de 1865, os Tweedles e as Rainhas são da sequência de 1871, "Alice Através do Espelho". (a Rainha no primeiro livro é a de Copas, não a Vermelha do jogo de xadrez, embora haja notícia que a personagem de Bonham Carter gosta de gritar "cortem-lhes as cabeças", sugerindo uma junção das duas).


A história começa dez anos após a primeria visita de Alice ao País das Maravilhas, da qual ela não tem lembranças. Fugindo de uma festa, ela tropeça e cai novamente no buraco do coelho sendo convencida pelas criaturas a se juntar a uma revolta contra a monarca vermelha.
Em dezembro passado terminaram os quarenta dias de filmagem, com o restante do tempo dedicado para inclusão de animação, efeitos especiais e efeitos 3D. Alice está a cargo da estreante australiana Mia Wasikowska e também estão no elenco Christopher Lee como Jabberwock, Stephen Fry como o Gato Risonho e Crispin Glover como o Valete de Copas.

Os estúdios Disney, produtores do filme, já disponibilizaram um site oficial em que por enquanto só há esta imagem acima. A estréia mundial de Alice no País das Maravilhas está prevista para março de 2010 e nos cinemas brasileiros em abril.
Fonte do texto e imagens: revista britânica on-line Empire e divulgação do filme na internet

quinta-feira, 11 de junho de 2009

75 Anos de QUAC!!!!

o nome completo do personagem é Donald Fauntleroy Duck

o personagem grava suas patas na calçada da fama de Hollywood

Neste 9 de junho que passou, meu personagem Disney preferido fez 75 anos: o Pato Donald!!! Nem sei como e quando comecei a gostar deste pato "atacado" e engraçado! Quando fui à DisneyWorld, na Flórida, infelizmente não consegui "falar" com ele, apenas visitar sua casa-barco. Porém, meu carinho e simpatia continuam firmes e espero que ele continue a fazer sucesso ainda por muitos anos.

eu na frente da casa do Donald no Magic Kingdom, Flórida (EUA)

escultura do Pato Donald no Epcot Center, na Flórida (EUA)

Abaixo está um resumo do início da história de vida deste personagem tão querido por mim e por tantos outros fãs ao redor do mundo, adaptado da edição comemorativa de seus 70 anos, publicada pela Editora Abril em 2004.

Em 9 de junho de 1934, estreou nos cinemas dos Estados Unidos o curta-metragem A Galinha Sábia (The Wise Little Hen) com o Pato Donald como coadjuvante. Por acreditar no potencial do personagem Walt Disney resolveu investir nele. Com isso, o pato voltou às telas, dessa vez ao lado do Mickey, dois meses após sua estréia, em 11 de agosto, no desenho animado Benefício aos Órfãos (Orphans´ Benefit), quando Donald teve sua primeira explosão de raiva. O sucesso foi imediato e ele passou a atuar em mais animações. Nas palavras do próprio Disney: "Era um personagem que nós não podíamos controlar. E ele foi parar no coração do público depois de sua segunda aparição!"

Walt Disney já o havia imaginado como um dos amigos do Mickey pelo menos desde 1931, mas Donald só foi escalado para o elenco das animações do estúdio em 1933 quando Disney descobriu Clarence Nash, a voz marcante e inconfundível do nosso querido pato falante.
Com seu mau humor característico, suas explosões de raiva e um azar incomparável, ele se destacou naturalmente na galeria de personagens dos Estúdios Disney e em todo o mundo. Sem dúvida alguma, sua personalidade complexa é uma das razões que o tornam universal, tão acessível e divertido às pessoas de diferentes países. Esse (mau) gênio faz dele um dos personagens mais humanos dos cartoons e dos gibis, permitindo-o viver diversas situações.

Carl Barks morreu em 25 de agosto de 2000, aos 99 anos

O pato também ficou conhecido em todo o mundo quando Carl Barks assumiu as histórias em quadrinhos a partir de 1942. Esse grande mestre foi o artista que mais desenvolveu a personalidade do personagem, aprimorou a árvore genealógica dele e lhe deu uma cidade inteira. Com essas bases biográficas e geográficas bem fundamentadas, o Pato Donald continuou a trilhar o caminho do sucesso pelas mãos de outros artistas. Por 75 anos!!!


Quacs no Cinema
Donald é o campeão de aparições nos desenhos animados da Disney. Confira seus principais momentos:
Benefício aos Órfãos (1934) - Donald recita poemas, é interrompido e tem o primeiro ataque de raiva
Dom Donald (1937) - Novo visual do pato, próximo do atual. Donald ganha uma namorada.
Os Sobrinhos do Donald (1938) - Primeira aparição dos sobrinhos nos desenhos animados.
Alô, Amigos! (1943) - Donald ajuda na estréia de um novo personagem, o Zé Carioca.
A Face do Führer (1943) - O pato combate o nazismo, fazendo propaganda anti-Hitler.

Árvore Patológica

Mapa de Patópolis

O Pato em Números
11 - Além de ganhar um Oscar, recebeu outras 11 indicações.
38 - As HQs do pato são publicadas em 38 países.
59 - Pato Donald é a revista em quadrinhos brasileira mais antiga em circulação, vai completar 59 anos em julho próximo
130 - Donald tem na carreira 130 desenhos animados, de curta e longa duração.
424 - Papai Noel por Acaso foi a primeira história brasileira do Donald, publicada em Pato Donald 424 em dezembro de 1959.
497 - Donald participa em 497 histórias de Carl Barks

primeira edição da revista "O Pato Donald" no Brasil, de 1950, publicada pela Editora Abril
Fontes: site Abril e edição especial Pato Donald 70 Anos (Editora Abril, 2004)
P.S.: clique nas figuras para vê-las maiores

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